É preciso esquecer.
O nome. A coisa feita. O que partiu.
Até mesmo o que ficou. Esquecer.
Como esquecemos a primeira infância.
É preciso soprar o pó
do esquecimento
com uma bondade livre.
Como a última graça
de quem quer viver.
E vive.
- Alana Nunes in "Uma palavra puxa a outra"
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