Faminta II



 Sentada no sofá, em frente a TV sem prestar atenção no jornal, senti um calor percorrer meu corpo em um arrepio intenso.

Em alguns minutos estava tomada por uma fome...uma vontade de ser fodida descontroladamente. 
Meus pensamentos desconexos, respiração ofegante, o calor...o desejo 
 Senti vontade de abrir um pouco as pernas, estava de vestido curto, ficou fácil deixar a imaginação fluir. 
Minha calcinha levemente molhada e a buceta pulsando lentamente
Coloquei um dedo e percebi como estava quente e melada 
 Levei até a boca 
Chupei com vontade 
Gosto do meu gosto
Queria ser fodida naquele instante
Precisava 
Meu corpo desejava ardentemente ser penetrada com muita força e fundo
Ainda não entendia o tesão aleatório 
Mas minha mente não se concentrava em mais nada 
Levantei e fui até a janela 
Olhei e percebi  algumas pessoas transitando, sem máscara obviamente, e desisti de tentar sair e encontrar alguém para trepar. 
Não era seguro. Também não seria transar com qualquer um 
Enfim...
Voltei para o sofá. 
O  tesão ainda presente. 
A buceta latejava com muita vontade
Coloquei três dedos que ficaram molhados na mesma hora. 
Minha buceta os  sugava com muita força  
Não conseguia parar 
Precisava de um pau dentro de mim 
Só pensava em ser fodida 
Sem assuntinho ou amorzinho 
Sem carinho
Queria a penetração 
Necessito sempre dela
Meu tesão não passa enquanto não sou fodida plenamente
Fico de mau humor 
Comecei a gemer alto, 
Vizinhos no apto de baixo conversando 
Minha respiração e gemidos cada vez mais intensos 
a cada estocada 
Até gozar com um gemido alto e longo  jorrando um líquido branco espesso e abundantemente
Então um silêncio aqui e no apto de baixo 
Certamente escutaram meus gemidos que geralmente são discretos 
Não desta vez. 
Levantei,  o gozo escorreu pelas coxas,
O piso manchado 
Meus pés melados
Fui até o banheiro, tomei um banho 
Enfim uma quietude
Coloquei uma camiseta. Minha boca estava seca, servi um suco e escolhi Gibran Khalil para uma leitura
Sento no sofá 
E novamente o calor, a buceta faminta
Calcinha melada
E a fome de novo
Quero mais.
Eu sempre quero mais. 
Voltei para janela
...



O silêncio das almas

 Eu não quero ser o destino  Prefiro ser o caminho.  Eu não quero ser despedida  Prefiro ser reencontro.  Eu não quero ser ponto final  Pref...