Sentada no sofá, em frente a TV sem prestar atenção no jornal, senti um calor percorrer meu corpo em um arrepio intenso.
Em alguns minutos estava tomada por uma fome...uma vontade de ser fodida descontroladamente.
Meus pensamentos desconexos, respiração ofegante, o calor...o desejo
Senti vontade de abrir um pouco as pernas, estava de vestido curto, ficou fácil deixar a imaginação fluir.
Minha calcinha levemente molhada e a buceta pulsando lentamente
Coloquei um dedo e percebi como estava quente e melada
Levei até a boca
Chupei com vontade
Gosto do meu gosto
Queria ser fodida naquele instante
Precisava
Meu corpo desejava ardentemente ser penetrada com muita força e fundo
Ainda não entendia o tesão aleatório
Mas minha mente não se concentrava em mais nada
Levantei e fui até a janela
Olhei e percebi algumas pessoas transitando, sem máscara obviamente, e desisti de tentar sair e encontrar alguém para trepar.
Não era seguro. Também não seria transar com qualquer um
Enfim...
Voltei para o sofá.
O tesão ainda presente.
A buceta latejava com muita vontade
Coloquei três dedos que ficaram molhados na mesma hora.
Minha buceta os sugava com muita força
Não conseguia parar
Precisava de um pau dentro de mim
Só pensava em ser fodida
Sem assuntinho ou amorzinho
Sem carinho
Queria a penetração
Necessito sempre dela
Meu tesão não passa enquanto não sou fodida plenamente
Fico de mau humor
Comecei a gemer alto,
Vizinhos no apto de baixo conversando
Minha respiração e gemidos cada vez mais intensos
a cada estocada
Até gozar com um gemido alto e longo jorrando um líquido branco espesso e abundantemente
Então um silêncio aqui e no apto de baixo
Certamente escutaram meus gemidos que geralmente são discretos
Não desta vez.
Levantei, o gozo escorreu pelas coxas,
O piso manchado
Meus pés melados
Fui até o banheiro, tomei um banho
Enfim uma quietude
Coloquei uma camiseta. Minha boca estava seca, servi um suco e escolhi Gibran Khalil para uma leitura
Sento no sofá
E novamente o calor, a buceta faminta
Calcinha melada
E a fome de novo
Quero mais.
Eu sempre quero mais.
Voltei para janela
...
